De Norte a Sul, do Litoral para Fronteira, o turismo é apontado como a principal solução para os problemas locais/regionais. Normalmente atende-se somente à componente económica, falta tudo o resto. Com o conceito de Ecoturismo começou-se a entender a importância da integração sustentável de todas as componentes do território, e sempre numa filosofia “viver o espaço que se visita”.
Um Plano de Ecoturismo, local/regional, ou mesmo específico para um espaço único, consiste na primeira tarefa. Este documento irá permitir (adaptado de Drumm et. al., 2004):
1. Diagnosticar e Avaliar o território na perspectiva de Ecoturismo;
2. Planificar a dois níveis: gestão do ecoturismo e empresarial;
3. Implementar o Plano;
4. Medir o sucesso através de processos de Monitorização e Auditoria.
É com base neste Plano que poderemos dimensionar o desenvolvimento do Ecoturismo com ganhos para todas as partes.
A Certificação do Destino Turístico é o passo seguinte e a sua “função é dar longevidade ao destino turístico, garantindo que a sua preservação e a qualidade dos seus atractivos sejam mantidas, promovendo a sustentabilidade da actividade através de um aumento da competitividade de destinos turísticos/produtos ambientalmente adequados” (Cupeto, 2003).
Todas entidades ligadas ao sector do turismo, bem como as que administram o território ao nível local, apresentam-se como as principais interessadas na promoção, no desenvolvimento e na implementação do conceito de sustentabilidade.
Para além disso, um Plano de Ecoturismo/Certificação de Destinos Ecoturísticos, reúne (e por vezes reestrutura) no mesmo documento a estratégia turística e ambiental e as políticas e medidas de ordenamento do território vigentes.
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