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Valoração dos Serviços dos Ecossistemas

Gestão Ambiental, Informações ÚteisTTerra

Quanto vale o trabalho das abelhas na polinização das culturas agrícolas? Quanto vale a capacidade de reciclagem de nutrientes dos ecossistemas? Quanto vale a pureza da água de uma montanha? Quanto vale a capacidade de processamento da poluição dos nossos solos e linhas de água? Quanto vale o bem-estar proporcionado por um passeio na natureza? Quanto vale uma paisagem natural? Quanto vale o reservatório de carbono de uma floresta, de um sapal ou de uma turfeira? Quanto vale a protecção auferida por um cordão dunar? Estas perguntas ilustram alguns dos serviços prestados pelos ecossistemas que normalmente não são valorizados economicamente e, por essa razão, não são considerados nas opções de desenvolvimento do território.

A valoração económica destes serviços tem vindo a ganhar dimensão e é hoje uma ferramenta de apoio à decisão. Nas políticas locais, a integração destes estudos é uma oportunidade de compreender o valor do capital natural do território, de repensar o território de forma mais integrada e inteligente, com efeitos sobre a qualidade da vida das populações, na sustentabilidade económica das opções de desenvolvimento e na conservação da natureza.

Por outro lado, a valorização monetária destes serviços pode ajudar a tornar as externalidades ambientais visíveis, ou seja, a valorizar os custos da perda de ecossistemas, de áreas de recreio, de alteração da paisagem, decorrentes, por exemplo, de projetos de construção civil, de alterações na gestão agrícola ou florestal, entre outros.

Os ventos de mudança podem ser identificados, a nível internacional, pelo Plano Estratégico da Convenção para a Biodiversidade, da ONU, que tem como meta incluir os valores da biodiversidade nas estratégias nacionais de desenvolvimento e nas contas nacionais. Na UE, a Estratégia de Biodiversidade para 2020 exige aos Estados-Membros a avaliação do valor económico dos serviços dos ecossistemas e a sua integração nos sistemas de contabilidade a nível nacional. Em Portugal este tema ainda é recente, contudo as suas potencialidades são imensas como o atestam a variedade de aplicações e casos de estudo no Reino Unido, nos EUA, ou Austrália.

Genericamente a valoração dos serviços dos ecossistemas deverá ser realizada sempre que se pretenda:
• uma correta análise de custo/benefício de um projeto empresarial ou de uma política pública;
• transmitir a importância dos ecossistemas e da biodiversidade aos decisores políticos;
• apoio à decisão sobre a alocação de recursos entre usos concorrentes;
• repensar o planeamento e ordenamento do território;
• avaliar o pagamento ou compensação por serviços dos ecossistemas;
• promover a melhoria da gestão de áreas de recreio e lazer, de floresta, agrícolas ou costeiras;
• informação sobre os benefícios e custos associados à implementação de um projeto;
• o uso mais eficiente dos limitados recursos.

A equipa técnica da TTerra dispõe de todas as valências técnicas necessárias para prestar apoio no desenvolvimento de estudos de valoração dos serviços dos ecossistemas. Consulte-nos (sem qualquer compromisso)!

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